Defender a continuidade histórica de Aurênia não significa aceitar toda e qualquer decisão do Governo sem debate público.
Na avaliação do colunista Tomás Bivar, o respeito ao Rei é plenamente compatível com a crítica às escolhas administrativas, aos projetos ministeriais e às prioridades do Parlamento.
A independência de imprensa permite que cidadãos e instituições conheçam divergências e alternativas antes da formação de consensos.
A última edição da Gazeta de Aurênia abordou: “Marina de Lacerda apresenta diretrizes editoriais da Gazeta”.
O jornal continuará a acompanhar o assunto, ouvindo diferentes posições das instituições aurenianas e desenvolvendo propostas para o debate público.
A Sentinela integra o universo ficcional de Aurênia. Os acontecimentos e os integrantes de sua redação são personagens desta narrativa.
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