A memória cultural de Aurênia nasce de vilas, bibliotecas, tradições marítimas e manifestações que não se limitam ao cerimonial do Paço.
Raquel Dourado propõe uma programação descentralizada, com apoio a coleções locais e a escolas das cinco províncias.
O Reino ganhará em diversidade de perspectivas se apoiar projetos capazes de reunir as vozes das comunidades regionais.
A última edição da Gazeta de Aurênia abordou: “Marina de Lacerda apresenta diretrizes editoriais da Gazeta”.
O jornal continuará a acompanhar o assunto, ouvindo diferentes posições das instituições aurenianas e desenvolvendo propostas para o debate público.
A Sentinela integra o universo ficcional de Aurênia. Os acontecimentos e os integrantes de sua redação são personagens desta narrativa.
← Voltar ao jornal A Sentinela