A Concórdia dispõe da maioria da Câmara dos Comuns na Fase de Simulação Régia, com cinco assentos contra quatro da Liga Cívica. A diferença é suficiente para conduzir os trabalhos ordinários, mas não elimina o direito da oposição de propor emendas e exigir esclarecimentos.
Para A Sentinela, a bancada crítica terá de apresentar propostas próprias e acompanhar as despesas, os atos da Coroa e a tramitação das leis. A maioria deverá explicar seus votos; a minoria, fundamentar suas objeções.
Esses resultados pertencem ao escrutínio simulado de personagens do Reino: não houve eleição de cidadãos reais. O desafio das instituições será preparar uma participação efetiva sob as normas constitucionais.
A Sentinela integra o universo ficcional de Aurênia. Os acontecimentos e os integrantes de sua redação são personagens desta narrativa.
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