A direção de A Sentinela sustenta que a publicidade dos atos deve ser uma rotina verificável, e não uma concessão eventual do poder.
A publicação regular das decisões e de seus fundamentos fortaleceria as instituições, inclusive quando o Governo discorda das conclusões da imprensa.
O jornal propõe uma agenda de acesso aos registros parlamentares, arquivos ministeriais e relatórios do Tesouro, com prazos definidos e participação dos leitores.
A mais recente pauta do noticiário institucional registra: “Editorial fictício discute responsabilidades do governo imaginário”.
O jornal continuará a acompanhar o assunto, ouvindo diferentes posições das instituições aurenianas e desenvolvendo propostas para o debate público.
A Sentinela integra o universo ficcional de Aurênia. Os acontecimentos e os integrantes de sua redação são personagens desta narrativa.
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